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Dívidas deixadas pela Gestão anterior somam mais de R$ 3 milhões

Quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Última Modificação: 14/08/2020 19:01:41 | Visualizada 2333 vezes


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 Na noite de segunda-feira (25), o prefeito de São Tomé, Arlei Hernandes de Biazzi, atendeu convocação da Câmara de Vereadores para apresentar ao Poder Legislativo e a comunidade a situação em que se encontrava o Município no início do mandato. O Requerimento foi de autoria do Vereador Paulo Goya (PP).

Durante a reunião o prefeito apresentou um vídeo que mostrou em detalhes a situação em que assumiu a administração. Em sua explanação Arlei destacou as dívidas deixadas pela gestão anterior que somam mais de R$ 3 milhões. Somente o valor das dívidas empenhadas com fornecedores e Prestadores de Serviço chega ao montante de R$ 918.629,19.

O prefeito também citou dívidas de setores vitais, deixadas pelo ex-prefeito, que não foram empenhadas, mas o município deverá quita-las. O montante chega a R$ 461.000,00 referente ao Fundo de Previdência dos Funcionários, Pasep, Santa Casa de Cianorte, Custas Judiciais, Dívidas Trabalhistas, Contribuição da Amerios e Projeto Casa Fácil.

“Sequer as despesas com Licenciamentos e Seguro Obrigatório dos Veículos da Frota Municipal junto ao Detran foram pagas”, destacou Arlei.

O prefeito relacionou ainda dívidas que vencerão durante seu mandato, de Operações de Crédito junto a Agência de Fomento do Paraná, somando cerca de R$ 1.066.000,00. Outro montante alto se refere a um Financiamento de uma Motoniveladora. São 744 mil reais que deverão ser pagos ao BRDE.

Também foi discutido os gastos nos últimos anos com a empresa IGEAP, uma Organização da Sociedade Cível de Interesse Público (OSCIP) com sede em Londrina, cujo montante foi de R$ 2.879.826,04.

De acordo com prefeito, o Departamento Jurídico do Município está providenciando um levantamento sobre legalidade dos pagamentos, e quem recebeu via a IGEAP. “No meu entender é um valor muito alto repassado a uma OSCIP”, disse.

Além dos vereadores estiveram presentes na Câmara Municipal, secretários municipais, representantes do Conselho Fiscal da Igreja Católica que acompanha as ações dos poderes Executivo e Legislativo, pastores, empresários e comunidade local.

 Dívida

Fonte: ASSPMST

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